Catedral Vira Jardim Museu

Gostou deste artigo? Agradeça divulgando:Tweet about this on Twitter0Share on Google+0Share on Facebook0

Situado dentro de uma lindíssima igreja antiga, o Museu de História do Jardim de Londres sofreu recentemente uma reforma impressionante que deu uma nova ideia ao seu interior, com um espaço novo e moderno. Projetado pelos arquitetos da Dow Jones, a reforma é sustentável e irá oferecer mais espaço dedicado à coleção permanente do museu e permitir uma maior flexibilidade de exposições e eventos fabulosos.

O Museu Jardim oferece aos entusiastas por jardinagem uma riqueza de informações sobre a jardinagem britânica e o desenho de jardins, além de fornecer educação e aulas para crianças e adultos. Palestras e aulas teóricas têm um forte foco na sustentabilidade e incentivam as pessoas a colocar a mão na massa.

Localizada no lado sul do Tâmisa em frente à Casa do Parlamento, o Museu de História do Jardim era antigamente a igreja paroquial Saint Mary-at-Lambeth. A descoberta do túmulo dos “caçadores de plantas” do século XVII, os Tradescants – que eram jardineiros de Charles I – foi o impulso para John e Rosemary Nicholson salvar a igreja da demolição em 1977 e, transformá-la em um museu dedicado à jardinagem.

Desde 1977, o Museu tem usado o espaço interior da igreja para abrigar uma coleção permanente focada em implementos de jardinagem, técnicas e design. Os jardins em questão servem de inspiração para os visitantes e mostram tanto a concepção tradicional do jardim quanto a selvagem. O Museu nunca havia tido o espaço necessário para a coleção e, para tornar o museu mais rentável e mais agradável, era preciso remodelar. A Dow Jones Architects venceu um concurso para a remodelação da estrutura, em Outubro de 2007, e o Museu reformado foi inaugurado em novembro de 2008.

Portanto, se você pretende ir a Londres, dê uma passadinha por lá para ter ideias britânicas para seu jardim!

Gostou deste artigo? Agradeça divulgando:Tweet about this on Twitter0Share on Google+0Share on Facebook0

Você pode gostar...

2 Resultados

  1. Vic Sophie - Simone a gorda disse:

    O centro cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro teve exposição do mundo e da cultura hindu-budista. Uma riqueza cultural para aprendermos a entender o modo de pensar de culturas diferentes. Nada religioso. Apenas antropológico e cultural. A espiritualidade não é algo paupável.

  2. Simone L. F. Guimarães disse:

    Idéia inteligente. Deveria ser feito no Brasil também e em outros países desenvolvidos. Deveriam usar os espaços das igrejas católicas, anglicanas, ortodoxas, enfim, das mais antigas que ninguém vai mais mesmo, para fazer museus e centros culturais. Os santos podem servir para exposição, ficar dentro de vidros, para as pessoas estudarem os comportamentos antigos, as igrejas servem para arquitetura para estudantes de história da arte. O negócio é convencer os padres e freiras a querer ser museólogos e antropólogos ou guias turísticos.

    As outras religiões não-cristãs já estão fazendo isso. Por exemplo, teve um evento no Brasil, Rio de Janeiro CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) mostrando os acervos para eventos e exposição. Tinha lá as peças das divindades todas. Mas, não era nada religioso, era apenas exposição para cultura.

    Eu acho que a tendência das igrejas, santos, imagens, símbolos religiosos será esse. Eu acho que vão virar centros culturais, museus, etc… Dá mais dinheiro, porque as liturgias não dão mais lucro e as pessoas não tem mais fé em imagens ou objetos feitos a mãos humanas.

    As pessoas nos dias de hoje estão mais espiritualizadas, acreditam mais no que os olhos não podem ver e as mãos não podem tocar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *